Carlos Tavares: Como as mulheres são tratadas na China



MULHERES NA CHINA

Com a onda de violências contra as mulheres com destaque para os revoltantes estupros – individuais e coletivos, sempre registrados por todo o País – além da intolerante deposição da primeira presidente, torna-se oportuno ver como são elas tratadas na China. País com maior número de mulheres, lá elas representam 48,7% da população, totalizando 657 milhões de pessoas, das quais 346,4 milhões (alfabetizadas) participam da força de trabalho, 45% do total empregado. Na economia, ocupam 32% da liderança dos negócios (contra apenas 20% nos Estados Unidos). Sendo que no moderno e crescente comércio via internet, são maioria, 55%. Unificando e fortalecendo as reivindicações/direitos femininos, a poderosíssima Federação de Todas as Mulheres da China, fundada com a republica em 1949, é sempre ouvida pelo Governo em qualquer importante decisão. Com majestosa sede em Pequim, a Federação dispõe de jornal, revista, canal de TV e site na internet. Na entrevista que mantive com dirigentes da entidade, uma delas, sorridente, lembrou-me que foram as mulheres que colocaram os homens no mundo.

SYNDARMA

Líderes do setor da Marinha Mercante – presidente e vice-presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Bruno Rcoha e Luis Resano, respectivamente), além de dirigentes da ABAC e ABEAM, estiveram com o ministro Quintela, dos Transportes, para exposição sobre os problemas desse importante segmento. De fato, melhor atenção do Governo para questões de navegação de longo curso, cabotagem, hidrovias e apoio marítimo – particularmente a elevada carga tributária – poderia ajudar o País a sair da crise econômica. Em nota à coluna, sobre o encontro, Resano informa: “Também foi discutida a necessidade do Ministério estar atento à renovação da não incidência do AFRMM nas cargas do Norte/Nordeste, transportados pela cabotagem”.

ESTATAIS/POLÍTICOS

O jornal Valor (de 23/6) noticiou que o presidente interino Michel Temer quer dar prosseguimento rápido às nomeações para o comando e diretorias das estatais. A propósito, vale registrar a observação do ministro Luiz Roberto Barroso, do STF, quando do debate do caso de corrupção (deputado Cunha, em 22/6), comentou “se alguém poderia imaginar que os partidos disputavam as indicações de diretores de estatais para fazer alguma coisa boa”.



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