Carlos Tavares: CNC quer cassinos, Justiça sem religião e Chen, amigo do Brasil

CNC/CASSINOS

O novo presidente da Confederação Nacional do Comercio (CNC), José Roberto Tadros, em recente entrevista à revista Hotéis, fez correta defesa da reabertura dos cassinos. Com toda a razão, disse ele: “A legislação dos hotéis-cassino traria um incremento significativo não só para os negócios ligados ao setor, mas também para a geração de receitas na economia do País e no de outros Estados”. Mais adiante. Tadros acrescentou que a “movimentação na economia seria de mais R$ 15 bilhões em receitas por ano no país, além da geração de 400 mil postos diretos e indiretos de trabalho. Isso potencializaria o turismo brasileiro, dando mais rentabilidade, competitividade e atratividade”. A proposito, o ministro da economia, Paulo Guedes, recebeu o senador Ciro Nogueira, autor da PLS 186/14, para tratar da reabertura dos cassinos.

RELIGIÃO

O Brasil é um pais singular. Confirmando a condição de o mais religioso do mundo, o presidente ao afirmar que o Estado é laico, acusa a falta de representante de um credo no Supremo Tribunal Federal, onde, irregularmente, já existe o símbolo de outro na parede. Ao fazer essa declaração o presidente Jair não quis saber qual a religião dos Ministros, que tem obrigação de julgar de forma independente. Afinal, se o Estado é laico não precisa da representação de cultos em seu Tribunal Superior. A propósito, seria oportuno a remoção do símbolo religioso existente no STF, ao lado da bandeira nacional. Inexistente em qualquer país.

CHEN DUQING

Treze anos de sua brilhante carreira diplomática, Chen Duqing, passou no Brasil, como cônsul-geral no Rio e depois embaixador em Brasília. Recentemente, em entrevista ao Diário do Povo Online, disse que as relações Brasil-China haviam sido cortadas pelo regime militar em 1964 e plenamente restabelecida pelo general nacionalista Geisel, em 1974. Nesse ano – finaliza Chen – “completamos uma grande missão. Com o estabelecimento das relações diplomáticas sino-brasileiras, um grande passo tanto para a China como para toda a região latino-americana”. Grande amigo do Brasil, ele é atualmente diretor do Centro de Estudos Brasileiros do Instituto Latino–Americano.



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