Mundo sob revisão

A economia global entrou em processo de esfriamento e muito do que tem impactado atualmente moedas e bolsas estrangeiras é reflexo do que organismos internacionais indicaram (ou ainda indicam!) em suas projeções revisadas.

O novelo foi puxado em julho deste ano pelo FMI. O relatório World Economic Outlook cortou bastante as taxas previstas anteriormente em abril, revelando frentes pessimistas de análise e antecipando uma conjuntura mais árida.

A piora do quadro geral foi atribuída à época ao embate tarifário travado entre China e Estados Unidos, aos rumos do Brexit e aos ajustes nas políticas monetárias de países europeus.

Esse conjunto de fatores segue ocupando espaços – em alguma medida até mais do que no primeiro semestre.

Como desdobramento previsível, uma nova onda de refinamento das previsões para o ano está em curso.

A Organização Mundial do Comércio (OMC) acaba de mexer em indicadores importantes.

Para 2019, a projeção de crescimento do comércio mundial caiu de 2,6% para 1,2%.

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), olhando não só para o fluxo de trocas comerciais entre os países, acredita que – se confirmadas as estimativas – o ano amargará as taxas de crescimento mais baixas desde a crise financeira de 2008/2009.



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