Ernane Galvêas: O comércio e a pandemia

O COMÉRCIO E A PANDEMIA

A CNC está integrada e alinhada à mobilização de toda a sociedade pela prevenção e redução dos impactos do coronavírus na saúde, no comércio de bens, serviços e turismo e na economia do País.

A entidade está acompanhando a evolução deste cenário e as recomendações das autoridades competentes em relação às medidas de distanciamento social e à forma mais adequada de volta à normalidade, para que possa orientar da melhor forma os empresários do setor. Por isso, destaca a necessidade de medidas imediatas que visem proteger as empresas e os empregos não só neste momento da pandemia, mas principalmente em médio prazo, quando os impactos ainda serão sentidos.

Segundo o presidente, José Roberto Tadros, a Confederação entende que o momento exige união e o máximo de coordenação, na busca por melhores soluções, entre os diversos atores envolvidos: Governos em todos os níveis, parlamentares, autoridades de saúde, empresários, além dos setores produtivos e das entidades que os representam, sempre levando em conta as realidades setoriais e regionais, que refletem a variedade de um País continental como o Brasil. O equilíbrio entre a gradual normalização na circulação das pessoas, o apoio para a subsistência de pessoas e empresas e a prioritária proteção da população determinará o nível de sucesso do Brasil em superar esta crise sem precedentes. O Globo - coluna Comércio em Pauta, 30/4/2020

ATIVIDADES ECONÔMICAS

O Índice de Confiança do Consumidor recuou 22,0 pontos em abril. Foi o quarto resultado negativo consecutivo, puxado por expressiva queda das expectativas, 28,9 pontos no mês. Em relação a abril de 2019, o índice de expectativas é 40,5 pontos menor. No acumulado do ano, 33,4 pontos.

Segundo a FGV, o Indicador de Incerteza da Economia registrou alta de 44,5 pontos, na prévia de abril e chegou a 211,6 pontos.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 31,7 pontos na passagem de março para abril, na série com ajuste sazonal, descendo a 51,1 pontos, o menor nível da série histórica iniciada em junho de 2008. No ano de 2020, o indicador acumula uma perda de 45,1 pontos.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 25,8 pontos em abril e atingiu o menor nível desde o início da sua série histórica, a 65 pontos.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) prevê que a carga de energia no País, em maio, ficará 8,3% abaixo do verificado no mesmo mês de 2019. A queda projetada se segue à redução de 12,3% esperada para abril (com dados até o último dia 22 e estimados para o restante do mês), na comparação anual, e está relacionada, principalmente, à diminuição do consumo por causa das medidas restritivas adotadas em todo o território nacional para combater a disseminação do novo coronavírus.



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