Carlos Tavares: Acordo China, Rússia e Índia; a reabertura de Santinho Maia e o Livro Branco

2ª GUERRA FRIA

O mundo assiste, incrédulo, o presidente de uma grande superpotência esbravejar no cenário internacional, contra a chegada da outra concorrente na disputa pela liderança mundial. Acirram-se os ânimos dos dois lados, agora com a apresentação de trunfos desta vez mais reais. Recentemente, enquanto os EUA lançavam um foguete, a China, lançava dois. Precavendo-se, muito melhor, ano passado, com a afável simpatia do presidente Xi, a China fechou inédito acordo também militar, com a Russia e a Índia, igualmente potências atômicas e com população que, com a chinesa, representa quase um terço da mundial. O lema do acordo, celebrado em Wushen, Província de Zhejiarg, foi “salvaguardar o sistema da Onu”, combatido por Trump. Publiquei nota a respeito, na coluna de abril de 2019.

CASSINOS

O deputado Rodrigo Maia pode ganhar o apelido de Santinho, pois ao contrário de Dona Santinha Dutra – que mandou fechar os cassinos – vai mandar abri-los. Com forte poder de liderança Maia comandou o transito do projeto que trata da reabertura dos cassinos que vai trazer US$ 50 milhões de investimentos no turismo e proporcionar 70 mil empregos. Bom programa.

LIVRO BRANCO

Em resposta ao noticiário sobre o coronavirus no Brasil, que lhe envio desta coluna, acabo de receber do ex-embaixador em Brasilia, Chen Duqing, a informação sobre a origem da nova epidemia, fora da China : “O Conselho de Estado publicou Livro Branco contando tudo sobre a luta contra a pandemia. Vou pedir que o consulado ou a Agência Nova China mande-lhe um exemplar”.



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