Brasil tem queda na corrente de comércio com 9 entre seus 10 maiores parceiros comerciais

A corrente de comércio do Brasil (exportações+importações) com os dez principais parceiros comerciais apresentou em 2016 quedas expressivas em relação a todos eles, exceto a Bélgica, o único desses países que teve um fluxo de comércio com o Brasil em 2016 superior ao que foi registrado em 2015.

A maior queda aconteceu exatamente com a China, o maior parceiro comercial do Brasil, com um recuo de quase US$ 8 bilhões, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Em 2016, o Brasil exportou para a China mercadorias no total de US$ 35 bilhões e importou bens no montante de US$ 23 bilhões, tendo obtido um superávit de US$ 12 bilhões, com uma corrente de comércio no total de US$ 58 bilhões. Em 21015, as exportações somaram US$ 35,6 bilhões e as importações atingiram a cifra de US$ 30,7 bilhões e o fluxo de comércio somou US$ 66 bilhões.

Em relação aos Estados Unidos, a queda na corrente de comércio foi menos acentuada mas ainda assim relevante. Em 2016, os dois países trocaram mercadorias no valor total de US$ 47 bilhões (exportações de US$ 21 bilhões e importações de US$ 24 bilhões), contra US$ 50 bilhões em 2015 (exportações no total de US$ 24 bilhões e importações no montante de US$ 26 bilhões).

Quedas igualmente importantes foram registradas no fluxo de comércio entre o Brasil e a Argentina, Países Baixos, Alemanha, Japão, Chile, México e Itália.

A Belgica, décimo principal parceiro comercial do Brasil, foi o único país a registrar um aumento na corrente de comércio bilateral. Ano passado, Brasil e Bélgica trocaram mercadorias no total de US$ 4,719 bilhões, contra um fluxo de comércio de US$ 4,612 bilhões registrado em 2015.



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