Conselhos

A Importância dos países Árabes no comércio exterior brasileiro

Não é surpresa para ninguém quando é anunciado pelos principais meios de comunicação que as exportações brasileiras bateram novos recordes, no entanto, podemos nos surpreendente quando um bloco com 22 países passa a ser o terceiro maior parceiro comercial para os produtos brasileiros, eu me refiro ao bloco dos países árabes, mais conhecido como “LIGA ÁRABE”, ficando atrás da China  dos Estados Unidos.  Atualmente com mais de 400 milhões de habitantes (10% – classe alta, responsável por 50 a 60% da riqueza,  30 a 40% – classe média, composta principalmente pela classe trabalhadora  e 50 a 60% – classe baixa, principalmente devido a conflitos regionais, instabilidades políticas), a LIGA ÁRABE importa do Brasil cerca de 18 bilhões de dólares e exporta 15 bilhões de dólares.  Os principais produtos que o Brasil exporta para a LIGA Árabe são o açúcar, carne de frango, minério de ferro, milho, soja em grãos e carne bovina, e importa petróleo bruto, petróleo refinado e fertilizantes contendo nitrogênio, fósforo e potássio e também fosfáticos. E a relação comercial não para por aí, existem várias oportunidades de negócios par ambas as partes como energias renováveis (solar, eólica, biomassa, edifícios verdes) Comércio exterior (zonas francas, logística para reexportação) Tecnologia e digital (cidades inteligentes, impressão 3D) Agricultura (Sistemas de monitoramento de lavouras e pecuária, maquinário, beneficiamento, produção) entre outros. A LIGA ÁRABE é representada aqui no Brasil pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira que é composta por uma equipe de profissionais especialmente preparados para dar suporte a todas as operações comerciais e cujo trabalho é intensificar cada vez mais a relação bilateral entre os países árabes e o Brasil procurando parcerias e soluções de todos os problemas. Créditos: Câmara de Comércio Árabe Brasileira

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Apertando as mãos e ampliando o mercado

Jovelino Pires Acabo de voltar de Brasília, onde fui a serviço, buscando superar a falta de informação sobre diversos (11) representantes da AEB em CAP’S, não localizadas as devidas portarias de nomeação, a cargo do Governo. Muito bem recebido tive orientação do Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários – SNPTA / MPOR, senhor Fabrizio Pierdomenico, que se fez acompanhar pela Assessora da Secretaria de Portos e Transportes Aquaviários, Rebeca Fontoura e pela Mariane Cardoso, assessora técnica nos auxiliando na matéria. Conferidos os nomes ainda “em ser”, nos foi explicitado que as publicações estão ocorrendo a cargo da Secretaria Executiva do Ministério de Portos e Aeroportos. Os procedimentos estão em andamento. A integração do governo com as entidades privadas está acelerada e a troca de informação permite acertos e avanços, onde o grande ganhador é o Brasil. Vejam o crescimento e saldo da Balança Comercial Brasileira, superior a U$$ 61 bilhões, em 2022, e acima de US$ 60 bilhões, em 2021. Quanto podemos chegar em 2023? Esperem por equivalente ou acima do resultado de 2022, isto graças ao esforço e mérito das autoridades privadas, lideradas por associações e trabalhadores, onde podemos destacar a FCCE – Federação das Câmaras de Comércio Exterior, a CISBRA / CAERJ – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil e a incansável AEB – Associação de Comércio Exterior do Brasil, todos atuando fortemente. As entidades empresariais ligadas ao Comércio Exterior vêm com animação a postura do Governo Brasileiro em convidar e expor, às entidades privadas dos países da América do Sul, para participarem das vantagens das ZPESs, centros de concentração de exportação no Brasil. Isto fortalece a geopolítica na América do Sul e a união, garante o sucesso de todos. Enfim, como dizem em nossas reuniões da FCCE, da AEB, da ACRJ, da CISBRA / CAERJ, em todas entidades privadas, de Comércio Exterior, unidos, vamos vencendo. O grande ganhador é o Brasil.Vejam, reitero, o crescimento e saldo da Balança Comercial Brasileira, superior a 61 bilhões de dólares em 2022 e acima de 60 bilhões em 2021. Quanto podemos chegar em 2023? Espero por equivalente acima do resultado de 2022, graças ao esforço e mérito das autoridades governamentais e o desempenho das entidades privadas, lideradas por associações e trabalhadores, onde podemos destacar a FCCE, a CISBRA, a CAERJ, a incansável CLI da AEB, dentre outras. Enfim, Governo, entidades privadas e trabalhadores, estão levando o País para frente e seguindo no lema: “O BRASIL ESPERA QUE CADA UM DE NÓS CUMPRA COM SEU DEVER.”   

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